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Estados Unidos atacam a Venezuela e capturam Nicolás Maduro e esposa

O episódio, ocorrido na madrugada de 3 de janeiro de 2026, provocou forte repercussão internacional, com críticas de governos, organismos multilaterais e especialistas em direito internacional.

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EUA atacam Venezuela
Foto: JOSE ABREU/@JABREU89/X/AFP
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Uma operação militar dos Estados Unidos (EUA) contra a Venezuela culminou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, em uma ação que marca uma das intervenções mais profundas de Washington na América Latina nas últimas décadas.

O episódio, ocorrido na madrugada de 3 de janeiro de 2026, provocou forte repercussão internacional, com críticas de governos, organismos multilaterais e especialistas em direito internacional.

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Segundo comunicado do governo dos EUA, forças americanas conduziram ataques em território venezuelano que resultaram na detenção de Maduro e de sua companheira Cilia Flores, que foram levados para os Estados Unidos para enfrentar acusações, incluindo narcotráfico e conspiração. O presidente americano, Donald Trump, afirmou que Washington administraria a Venezuela temporariamente para garantir uma transição “segura, adequada e criteriosa”.

Como foi a operação

Relatos apontam que a ação concentrou ataques aéreos e atividades de unidades especiais em Caracas e outras áreas, com uso intensivo de forças militares americanas. Explosões foram registradas em diversos pontos da capital venezuelana, e há relatos de vítimas civis. Fontes internacionais citam que pelo menos 40 pessoas, civis e militares, morreram durante a operação, conforme informações preliminares de autoridades no local.

A intervenção ocorreu em meio a uma série de tensões crescentes entre os dois países, incluindo ataques norte-americanos contra instalações ligadas ao tráfico de drogas na costa venezuelana nos meses anteriores, que já haviam elevado a pressão entre Washington e Caracas.

Reações no cenário internacional

A ação dos EUA foi amplamente condenada por diversos países e organismos internacionais. O governo da Rússia qualificou o ataque como um “ato de agressão armada” e uma violação da soberania venezuelana, destacando a preocupação com a escalada militar e pedindo diálogo para solução pacífica das divergências.

Líderes latino-americanos também repudiam a intervenção. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou o ataque como terrorismo de Estado e solicitou uma resposta urgente da comunidade internacional diante do que considerou uma “violação inaceitável do direito internacional”.

Além disso, a Venezuela pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir as implicações do ataque, com base em explorações e sobrevoos militares na capital venezuelana registradas na madrugada do ataque.

Contexto político e geopolítico

A medida marca um ponto crítico nas relações entre Washington e Caracas, que já vinham tensionadas desde 2025, com os EUA classificando a administração venezuelana como envolvida em atividades ilícitas e Maduro sendo acusado de dirigir um “narcoestado”. Autoridades americanas afirmaram que a intervenção visava não apenas enfrentar o tráfico de drogas, mas também desencadear uma mudança de regime.

Especialistas, por outro lado, destacam que a operação levanta questões sérias sobre o direito internacional, a soberania dos Estados e a legalidade de ações militares unilaterais sem autorização do Conselho de Segurança da ONU.

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